Tudo é tão pouco, pouquíssimo
que cabe na concha da mão.
Tudo é tão leve, levíssimo
que revoa no instante impreciso.
Tudo é tão raro, raríssimo
que encanta o mais duro coração.
Tudo é tão frágil, fragilíssimo,
que se guarda em pura devoção.
que cabe na concha da mão.
Tudo é tão leve, levíssimo
que revoa no instante impreciso.
Tudo é tão raro, raríssimo
que encanta o mais duro coração.
Tudo é tão frágil, fragilíssimo,
que se guarda em pura devoção.
Ricardo Gondim

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